Um cardápio não é apenas uma lista de pratos: ele é uma ferramenta de vendas e um guia que vai ditar todo o funcionamento da sua cozinha, serviço e logística. Por isso, é preciso entender qual opção melhor se encaixa no seu modelo de negócio.
Veja, abaixo, 6 tipos mais comuns de modelos de cardápio que podem funcionar para restaurantes, bares, lanchonetes e cafeterias.
1. Menu À La Carte

O termo “a la carte” pode ser traduzido para “como está no cardápio” (“carte” quer dizer cardápio em francês). Neste tipo de menu, cada prato possui seu preço e todos os itens podem ser pedidos individualmente, de forma separada. Por exemplo: várias entradas, pratos principais e sobremesas, escolhidos conforme o gosto do cliente.
Exemplo de uso: Restaurantes e bares.
2. Menu Fixo (Preço fixo)

No menu fixo, o cliente tem uma seleção pré-determinada de pratos por um preço fixo (entrada, prato e sobremesa, por exemplo), o que simplifica a experiência, o atendimento e a operação da cozinha.
Exemplo de uso: Jantares formais, eventos especiais e também uma boa alternativa em cardápios rápidos de almoço ou restaurantes por quilo.
Para saber mais sobre – modelo de preço fixo com buffet, por quilo ou à vontade, clique aqui.
3. Menu Cíclico (Rotação de pratos)

No menu cíclico, o estabelecimento faz uma rotação de pratos durante uma janela de dias fixa. Por exemplo, períodos semanais ou mensais. Essa é uma forma de oferecer variedade a frequentadores assíduos, mas ao mesmo tempo manter a previsibilidade de preparo e compra de ingredientes.
Exemplo de uso: Cafeterias e lanchonetes ou restaurantes que buscam incluir opções extras no menu.
4. Menu do Dia / Prato do Dia

O menu do dia, ou “plat du jour”, varia diariamente e é baseado na disponibilidade sazonal de ingredientes ou na criatividade do chef. Este tipo de menu atrai clientes que buscam algo novo a cada visita e pode ser também uma boa opção para incluir variedade no cardápio fixo.
Exemplo de uso: Bistrôs e restaurantes que oferecem pratos sazonais e frescos; estabelecimentos que querem testar novos pratos
5. Menu Degustação

Nesta modalidade, o restaurante oferece pequenas porções de diversos pratos, permitindo aos clientes experimentar uma maior variedade de receitas em uma única refeição.
Exemplo de uso: Restaurantes focados em experiência gastronômica, eventos no estilo “guests” (quando um chef convida outro – de um estabelecimento diferente – para cozinhar na “sua casa” e montam um menu especial para aquela ocasião, a quatro – ou mais – mãos).
6. Menu Estático

O menu estático é uma variação entre alguns tipos de menu apresentados acima: ele oferece uma lista dos mesmos pratos, todos os dias, sem jamais variar. Esse tipo de cardápio é comum em estabelecimentos que precisam garantir consistência em diferentes lugares/ regiões.
Exemplo de uso: Redes de fast food ou franquias.
Como escolher o menu ideal para o seu restaurante?
Cada tipo de menu tem suas vantagens e desvantagens. A melhor opção é a que funciona de forma mais alinhada ao seu modelo de negócio: qual é o público-alvo, o estilo do restaurante e a experiência que você quer passar? Qual preço precisa cobrar e qual espaço físico e equipe treinada você dispõe?
Se você possui um espaço muito pequeno, paga um aluguel caro e pretende servir uma clientela na hora do almoço, dificilmente vai conseguir sustentar um Menu Degustação.
Não se esqueça também de planejar a parte financeira e a gestão do seu negócio. Veja aqui dicas para otimizar as suas vendas e o seu controle diário.
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“Este conteúdo é uma forma de apoiar empreendedores na sua jornada. No entanto, cada estabelecimento é único e nem todas as dicas aqui podem se aplicar ao seu negócio”






