Hoje, a LEV Bicicletas Elétricas soma 45 lojas pelo Brasil e mantém um crescimento médio de 48% ao ano. Mas para os fundadores, os irmãos Bruno e Rodrigo Afonso, o grande teste do negócio foi um telefonema na madrugada avisando que um incêndio havia destruído 100% do estoque da empresa.
Sem seguro, a operação precisou voltar para o lugar onde nasceu: a garagem de casa. Quando o caixa zera e não há mais para onde descer, a única saída é focar totalmente em vender e recuperar o prejuízo.
A resiliência dos fundadores, somada às soluções da Stone, formou a base necessária para reerguer o negócio e acelerar essa expansão. Conheça a seguir a trajetória de recomeço que fez a marca multiplicar de tamanho!
Uma viagem para a China que virou um negócio na garagem
Empreender já era algo natural na família de Bruno e Rodrigo, com um histórico de negócios criados e reconstruídos. Mas a ideia da LEV surgiu no final de 2007, quando Bruno viajou para a China — foi lá que ele teve o primeiro contato com uma bicicleta elétrica.
A experiência mudou a forma como ele enxergava a mobilidade na cidade. Bruno trouxe uma unidade desmontada na mala, que os irmãos montaram na própria garagem no Brasil. Ao emprestar o modelo para familiares e amigos, perceberam o impacto imediato: o produto gerava alegria em quem usava e tinha potencial real de mercado.
Com o dinheiro que tinham guardado, importaram as primeiras 180 bicicletas. A sala de casa virou o estoque e a garagem assumiu o papel de oficina.
Sem loja física, a estratégia de vendas era usar a rua como vitrine. Eles entregavam as bikes para amigos rodarem pela Zona Sul do Rio de Janeiro. Quem parava para perguntar sobre o produto recebia um cartão, e a venda acontecia durante a semana.
O fundo do poço como ponto de partida para a virada
O negócio ganhava tração. Um dia antes do revés, um novo contêiner de bicicletas havia chegado. Mas, às 4h da manhã, um telefonema mudou tudo: o galpão de estoque da LEV estava em chamas.
A empresa perdeu 100% dos seus produtos. Para agravar a situação, semanas depois os sócios descobriram que o seguro não cobriria o prejuízo. Com 27 funcionários na equipe, a operação recuou para a garagem.
“Quando você chega no fundo do poço, não tem para onde descer mais, então é a hora da virada”, afirma Rodrigo.
A dedicação passou a ser de 12 horas por dia, esforço que gerou um crescimento de 120% em 2016. Mais tarde, com a chegada da pandemia e ruas vazias, a projeção financeira indicava que vender 30 bicicletas por mês salvaria a empresa de quebrar. Eles fecharam o primeiro mês com 121 unidades vendidas.
A parceria com a Stone para acelerar a expansão
Para suportar o ritmo de vendas e a migração rápida para o digital, a estrutura financeira da LEV não podia falhar. A escolha pela Stone começou pelo atendimento de excelência, mas a parceria ganhou tração na rotina operacional.
Nas redes sociais, o Link de Pagamento acelerou as negociações sem burocracia. O cliente recebe o link, paga um sinal para garantir a promoção e finaliza a compra presencialmente, testando o produto.
No balcão físico, o Pix integrado na maquininha automatizou as cobranças: o cliente paga e a equipe do financeiro recebe o alerta na hora.
E como 60% das vendas da marca acontecem de forma parcelada, o parcelamento em até 18x e a antecipação de recebíveis vinculada à Conta PJ da Stone virou a engrenagem principal. Assim, o negócio mantém o fluxo de caixa saudável e previsível.
Hoje, a energia da empresa fica concentrada exatamente onde deve estar: em vender bicicletas, fechar negócios B2B e expandir por todo o Brasil.
Conheça o ecossistema de soluções da Stone e descubra como a nossa tecnologia também pode dar fôlego para a sua expansão!




